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Cerca de 150 pessoas, a maioria crianças, precisaram de atendimento médico por suspeita de intoxicação alimentar após consumirem bolo durante uma festa na Escola Municipal Professora Lêda Tájra, em Alto Parnaíba, no sul do Maranhão.
O caso aconteceu na última sexta-feira (25) em uma comemoração do Dia das Crianças. Após o episódio, uma equipe médica do Hospital Municipal do município foi mobilizada para receber a grande demanda de pacientes.
Segundo a polícia, os sintomas começaram horas depois da festa, após as pessoas comerem o bolo. Os relatos incluíam sintomas como diarreia, vômito e, em alguns casos, até desmaios. O bolo foi servido no fim da comemoração e alguns pais e avós das crianças também comeram o doce e passaram mal, já que muitos participantes levaram um pedaço para casa.
De acordo com a direção da escola, o bolo foi preparado um dia antes da festa e será analisado para determinar se houve alguma contaminação.
A Polícia Militar coletou amostras do bolo para análise, enquanto o Conselho Tutelar e a Secretaria Municipal de Saúde também acompanham o caso.
Algumas das crianças e adultos com sintomas mais graves precisaram ser internados, mas a maioria já recebeu alta e se recupera em casa.
A Polícia Civil de Alto Parnaíba informou que abriu um inquérito para investigar a possível causa da intoxicação e esclarecer as circunstâncias em que o bolo foi preparado.
O que diz a escola
Em nota, a instituição disse que vai colaborar totalmente com as investigações, que já foram iniciadas pela Polícia Civil.
“Queremos nos dirigir a vocês, pais e responsáveis, com toda sinceridade e transparência. Hoje, dia 25 de outubro, durante a festa do dia das crianças na Escola Municipal Lêda Tájra, algumas de nossas crianças passaram mal, e, embora ainda não saibamos a causa, sentimos muito pelo ocorrido.
A equipe da escola preparou cada detalhe da festa com muito carinho, com o único desejo de proporcionar um momento especial para nossos alunos. Sabemos que qualquer desconforto para as crianças é motivo de preocupação, e por isso pedimos desculpas. Estamos atentos e acompanhando a situação de perto.
Pedimos, também, que fiquem atentos a qualquer sinal de desconforto gastrointestinal nas crianças e, se acharem necessário, busquem orientação médica.
Reafirmamos o compromisso da escola com a segurança e o bem-estar dos alunos e estamos à disposição para conversar e esclarecer qualquer dúvida”.
Atenciosamente, equipe Lêda Tájra.
Do G1,MA
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O prefeito eleito de Bacabal, deputado estadual Roberto Costa (MDB), segue acumulando apoios para disputar a Presidência da FAMEM (Federação dos Municípios do Maranhão).
Somente na segunda-feira (28), Roberto Costa conseguiu mais quatro votos para comandar a FAMEM a partir de 2025.
Com o apoio da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (PSB), Roberto Costa conseguiu o voto do prefeito eleito de São João dos Patos, Dr. Alexandre (Avante).
Roberto Costa também assegurou o apoio dos prefeitos eleitos de Poção de Pedras, Jhulio Soua, e Buriti, André Gaúcho, ambos do Republicanos.
O outro apoio confirmado foi do último prefeito eleito do Maranhão. Rildo Amaral (PP) prefeito eleito de Imperatriz também assegurou que apoiará Roberto Costa para comandar a FAMEM.
É aguardar e conferir, mas Roberto Costa caminha a passos largos para vencer a disputa.
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Suplente do senador Wellington Fagundes (PL), a senadora Rosana Martinelli (PL) apresentou um projeto de lei que prevê o voto impresso obrigatório nas eleições de 2026. As informações são da coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo.
Segundo a coluna, com o voto impresso viria com a possibilidade de conferência do eleitor e de auditoria. O projeto de Martinelli ainda pede que o dispositivo seja regulamentado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“A obrigatoriedade do voto impresso introduzida por esta Lei deverá ser implementada em caráter experimental nas eleições gerais de 2026 para ser verificada sua segurança, viabilidade técnica, operacional, orçamentária e financeira”, escreveu na justificativa do PL.
Martinelli substitui desde junho o senador Wellington Fagundes, que se licenciou para cuidados com a saúde.
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Braide sentiu o gosto amargo da derrota em Imperatriz e começa mal projeto de estadualização.
Após a expressiva reeleição com mais de 70% dos votos na capital maranhense, o prefeito Eduardo Braide fez neste segundo tuno das eleições municipais seu primeiro movimento político por uma empreitada estadual. O prefeito abandonou a capital nos últimos dias para fazer campanha para a candidata bolsonarista a prefeita de Imperatriz, Mariana Carvalho, que foi derrotada neste domingo (27) com mais de 10% de diferença para o prefeito eleito, Rildo Amaral (PP).
Existe muita expectativa sobre uma candidatura de Braide ao governo do estado, seja deixando a prefeitura já em 2026, ou tentando eleger um aliado prefeito em 2028 para passar dois anos em pré-campanha para 2030. O fato é que cair de cabeça na campanha de Mariana em Imperatriz foi o primeiro passo de Braide por uma jornada pela candidatura majoritária estadual seja para daqui a dois ou seis anos.
A derrotada de Mariana serviu de alerta para a falta de peso estadual da liderança do prefeito de São Luís. De acordo com as pesquisas divulgadas no domingo passado (20), antes do apoio de Braide, em comparação com as de véspera (26), depois dos atos políticos do prefeito na cidade tocantina, não houve impacto nos números de intenção de votos de Mariana. O resultado foi confirmado pelas urnas.
Uma demonstração que existe um caminho longo para Braide transformar sua popularidade na capital em uma força a nível estadual.
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Carol Pereira foi indicação do marido para ser companheira de chapa de Rildo Amaral
Eleita neste domingo (27) vice-prefeita da cidade de Imperatriz, Carol Duailibe Pereira (União Brasil), foi fundamental para a vitória de Rildo Amaral (PP) na segunda maior cidade do Maranhão no segundo turno.
Ela é presidente do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema) e mulher do experiente deputado estadual de seis mandatos consecutivos, Antônio Pereira (PSB), atual Primeiro Secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão.
Escolha acertada de Rildo, Carol atuou diuturnamente nos dois turnos da campanha, até ser consagrada na tarde deste domingo como a nova vice Princesa Tocantina.
Após o resultado das urnas, a vice-prefeita foi às redes sociais externar seus agradecimentos.
“Uma vitória de IMPERATRIZ! Vocês fizeram de mim a pessoa que eu sou, e hoje vocês me fizeram prefeito de Imperatriz! Não há palavras para descrever o sentimento de gratidão que estou sentindo. Obrigado por confiarem em mim mais uma vez, e vocês podem ter certeza que eu vou honrar cada um sendo o melhor prefeito que Imperatriz já viu. O povo escolheu caminhar com a experiência e o trabalho, e vocês testemunharão Imperatriz Renascer!”, declarou.
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Não é segredo para ninguém que o ministro dos Esportes, deputado federal André Fufuca (PP), tem o interesse de disputar uma das duas vagas para o Senado do Maranhão. No entanto, o interesse tem ficado mais palpável a cada dia, principalmente depois das eleições deste ano.
Fufuca, que é presidente do PP no Maranhão, conseguiu vencer as eleições em 31 prefeituras maranhenses. A cereja do bolo foi a vitória em Imperatriz, quando o deputado estadual Rildo Amaral (PP) foi o grande vencedor das eleições de 2024 na segunda maior cidade do Maranhão.
Além disso, Fufuca conta com a simpatia do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), e da presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (PSB), para o seu projeto de disputar o Senado Federal. Inclusive, em atos falhos, tanto Iracema quanto Brandão já se referiram a Fufuca como senador.
Outros números interessantes do PP em 2024 no Maranhão: nas eleições de prefeito o partido alcançou pouco mais de 487 mil votos ficando atrás apenas do PSB do govenador Carlos Brandão e do PL. Já para vereador o PP foi o partido mais votado em todo Estado com pouco mais de 422 mil votos.
É aguardar e conferir, mas é inegável que Fufuca saiu mais fortalecido das eleições 2024 e cada vez mais viabiliza sua candidatura ao Senado.
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Foto Reprodução
No segundo turno das eleições municipais em Imperatriz, realizado no último domingo (27), o Maranhão registrou um aumento na taxa de abstenção, que passou de 20,57% no primeiro turno – com cerca de 41.368 eleitores ausentes – para 24,29% no segundo turno, totalizando aproximadamente 48.840 eleitores que não compareceram às urnas.
A elevada abstenção observada no segundo turno foi mais pronunciada em estados como Goiás, Espírito Santo e Rio Grande do Sul, onde a taxa média de faltosos chegou a um em cada três eleitores. O Maranhão ocupou a 15ª posição no ranking nacional, com uma taxa próxima da média registrada em todo o país, segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Veja a lista de abstenção por estado no segundo turno:
GO – 34,43%
ES – 33,17%
RS – 32,41%
MG – 31,79%
RJ – 31,71%
SP – 31,42%
RO – 30,63%
PR – 30,02%
MS – 28,60%
RN – 26,07%
TO – 25,73%
MT – 25,73%
PA – 25,28%
SE – 25,16%
MA – 24,49%
AM – 23,39%
PE – 22,72%
PB – 20,76%
BA – 19,63%
CE – 16,28%
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Neste dia 28 de outubro, dedicado ao servidor público, quero prestar minha homenagem a todos vocês, cidadãos de bem que sempre farão parte da história de nosso município.
Quero parabenizar o papel desempenhado por todos os servidores que em suas atividades cotidianas quase sempre anônimas, trabalham pela população e zelam pelo bem público. Que dedicam parte de suas vidas à prestação de serviços ao próximo.
Reitero ainda, nesta data, a gratidão e respeito que sempre dediquei aos nossos servidores.
Parabéns. Feliz dia do Funcionário Público.
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Se o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão já havia se destacado no 1º Turno das eleições de 2024, na questão da divulgação dos resultados das votações, no 2º Turno foi ainda melhor e mais rápido.
O TRE-MA conseguiu fazer com que Imperatriz-MA fosse a primeira cidade a concluir o resultado das eleições 2024 no 2º Turno.
Exatamente às 17h30, a eleição em Imperatriz já estava matematicamente definida e às 17h38 o TRE-MA anunciava 100% da totalização da apuração da segunda maior cidade do Maranhão e que pela primeira vez realizava 2º Turno.
O TRE-MA utilizou duas juntas eleitorais e aumentou para 104 o número de pontos de transmissão de dados de boletins de urnas diretamente dos locais de votação usando a ferramenta JE Connect para que o resultado pudesse ser divulgado em um tempo mais rápido.
De parabéns o TRE-MA pela celeridade dos resultados nas eleições de 2024, só precisa agora ter o mesmo desempenho nos julgamentos, principalmente nos processos que dizem respeito a eventuais fraudes à Cota de Gênero.
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O PSD de Gilberto Kassab é o partido com mais municípios sob seu comando a partir de 2025. Com o primeiro e o segundo turno, que ocorreu neste domingo (27), o partido soma 887 prefeituras no país.
Depois, vêm MDB e PP, com 856 e 745 Executivos municipais, respectivamente.
O PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, aparece em quinto lugar, considerando. Já o PT, do presidente Lula, está em nono, com 252.
Dentre as capitais, considerando primeiro e segundo turno, o MDB levou seis cidades: Teresina, com Dr. Pessoa, Macapá, com Dr. Furlan, Boa Vista, com Arthur Henrique, Belém, com Igor Normando, Porto Alegre, com Sebastião Melo, e São Paulo, com Ricardo Nunes.
Já o PSD ficou com uma a menos: Curitiba, onde venceu Eduardo Pimentel, Belo Horizonte, com Fuad Noman, Florianópolis, com Topázio, Rio de Janeiro, com Eduardo Paes, e Maranhão, com Eduardo Braide.
O PL, por sua vez, conquistou quatro: Aracaju, com Emília Corrêa, Cuiabá, com Abílio Brunini, Maceió, com João Henrique Holanda Caldas, e Rio Branco, com Tião Bocalom.
O levantamento não considera cidades que ainda com resultados indefinidos tanto no primeiro quanto no segundo turno, por estarem sub júdice. Em Jundiaí (SP), por exemplo, vitória de Gustavo Martinelli (União) foi anulada neste segundo turno.
Fundado em 2011 por Kassab e assumindo protagonismo político no centrão, o PSD já tinha o posto de partido com maior número de prefeituras. Levantamento da Folha, de abril de 2024, mostrou que a sigla tinha ao menos 1.040 prefeitos, um crescimento de 58% em relação ao resultado das eleições de 2020.
De acordo com o mesmo levantamento, o PL, tinha passado de 344 eleitos para 371 prefeitos, crescimento de 8%.
O crescimento da legenda de Kassab é um incômodo ao entorno do ex-presidente Bolsonaro. O partido se tornou alvo preferencial de ofensivas do PL —ambos querem se consolidar como o partido com maior número de prefeituras nas eleições 2024. Aliado de Bolsonaro, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chegou a gravar um vídeo no qual chama o PSD de Kassab de inimigo escondido.
Capitais
O PSD e MDB saíram das urnas neste domingo (27) com o maior número de prefeituras dentre as capitais brasileiras, com cinco cada. O resultado consolida a hegemonia dos dois partidos, que também foram os que mais elegeram prefeitos dentre as 5.569 cidades do país.
Os dois partidos fazem parte da base aliada do governo Lula, mas adotam uma posição ambígua em relação ao cenário nacional, com prefeitos próximos ao petista e outros aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O PL atingiu uma marca inédita em sua trajetória ao conquistar quatro prefeituras. Mas teve um desempenho aquém do esperado pela cúpula do partido –disputou o segundo turno neste domingo em nove capitais, mas venceu em apenas em duas.
Partido de centro-direita que também faz parte da gestão Lula, o União Brasil teve desempenho semelhante e sai da eleição com quatro prefeituras nas capitais.
O PT, que não havia conquistado nenhuma capital em 2020, venceu em Fortaleza. Também elegeram prefeitos de capitais o Podemos, PP, Republicanos e PSB.
Liderado por Gilberto Kassab, o PSD lançou oito candidatos a prefeito de capitais e conseguiu manter as cinco capitais atualmente comandadas pela sigla. No primeiro turno, reelegeu os prefeitos do Rio de Janeiro, São Luís e Florianópolis.
Neste domingo, confirmou nas urnas a reeleição de Fuad Norman em Belo Horizonte, em uma das disputas consideradas mais difíceis frente ao cenário pulverizado no primeiro turno.
O partido também elegeu em Curitiba o hoje vice-prefeito Eduardo Pimentel, em uma vitória que dá musculatura ao governador Ratinho Júnior (PSD), apontado como potencial candidato à Presidência em 2026.
Mesmo sendo base do governo Lula, o PSD enfrenta divisões internas em relação ao cenário nacional. Os prefeitos reeleitos Paes (RJ) e Fuad (MG) são mais próximos ao petista, enquanto Topazio Neto (SC) e Eduardo Pimentel (PR) são apoiadores de Bolsonaro —inclusive terão vices do PL.
O MDB também manteve o espaço conquistado em 2020, com cinco prefeituras, mas ganhou musculatura ao conquistar cidades mais populosas. No primeiro turno, a legenda venceu em Boa Vista e Macapá. Neste segundo turno, assegurou as prefeituras de São Paulo, Porto Alegre e Belém.
Os prefeitos reeleitos de São Paulo, Ricardo Nunes, e de Porto Alegre, Sebastião Melo, terão vices do PL e gestões próximas a Bolsonaro.
Em Belém, o cenário é o oposto. O prefeito reeleito Igor Normando (MDB) é aliado do presidente Lula e teve o respaldo da esquerda no segundo turno contra o bolsonarista Eder Mauro (PL).
O PL de Bolsonaro já tinha emplacado os prefeitos de Maceió e Rio Branco no primeiro turno, e agora venceu em Cuiabá e Aracaju. Dentre eles, apenas Abílio Brunini (PL), de Cuiabá, é considerado um quadro do bolsonarismo raiz.
O partido também mostrou força na composição de alianças e terá os vice-prefeitos de São Paulo, Porto Alegre e Curitiba –no primeiro turno, elegeu a vice em Florianópolis.
O resultado fortalece o partido no xadrez das forças políticas nas grandes cidades, onde as urnas consolidaram um predomínio de partidos de centro e de direita.
Antes da filiação de Bolsonaro, em 2021, a última vez que o PL tinha vencido nas urnas em uma capital nas urnas havia sido em 2000, quando Alfredo Nascimento venceu em Manaus.
Na eleição municipal de 2020, Bolsonaro tinha rompido com o PSL e estava sem partido. Seus aliados se pulverizaram entre diversas legendas de direita.
O União Brasil, que venceu em Salvador e Teresina no primeiro turno, também conquistou as prefeituras de Goiânia, Natal e Campo Grande.
Na capital de Goiás, a vitória do empresário e ex-deputado federal Sandro Mabel contra o candidato bolsonarista Fred Rodrigues (PL) fortaleceu o governador Ronaldo Caiado (União Brasil), principal fiador da sua candidatura.
Os partidos de esquerda, que venceram apenas com João Campos (PSB) no Recife na primeira votação da eleição, disputaram seis capitais neste segundo turno, mas venceram apenas em Fortaleza.
Uma das principais apostas era o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), que acabou derrotado em São Paulo pelo atual prefeito.
O PT saiu vitorioso em Fortaleza. Evandro Leitão, deputado estadual que era do PDT e se filiou ao partido em dezembro passado, que venceu o deputado federal bolsonarista André Fernandes (PL). Sua candidatura teve a digital do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), que sai fortalecido com o resultado.
Por outro lado, os petistas perderam em Natal, Cuiabá e Porto Alegre neste segundo turno.
O PDT, que concorreu às duas últimas eleições presidenciais com Ciro Gomes, perdeu a Prefeitura de Aracaju. No primeiro turno, a legenda já havia sido derrotada em Fortaleza, onde o prefeito José Sarto não conseguiu sequer chegar ao segundo turno.
O PP reelegeu os prefeitos de João Pessoa (PB) e Campo Grande (MS), enquanto o Podemos saiu vitorioso em Palmas (TO) e Porto Velho (RO). O Republicanos elegeu o prefeito de Vitória (ES).
O PSDB, partido que chegou a ter o maior número de prefeitos nas capitais em 2016, quando emplacou sete nomes, teve o seu pior desempenho da história e saiu das urnas sem nenhuma nas 26 capitais.





