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Sem a autorização do seu partido para concorrer ao senado, o deputado federal Duarte Júnior (Avante), além de se vitimizar, corre para achar um caminho no qual possa concorrer a mais um mandato de deputado federal.
Duarte foi a Brasília e tentou sem sucesso reverter a decisão do partido, que já está convicto. Então, ele começou a procurar novamente os candidatos do Avante para que mantivessem suas candidaturas para ter ainda alguma nominata e buscar a candidatura à reeleição.
Mas além da relutância dos próprios candidatos, a base de Duarte se dilapidou quando ele inventou a candidatura ao Senado. Ele já não tem mais apoio de praticamente ninguém.
O maior exemplo é o prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos, que era o melhor apoio de Duarte, por governar uma cidade grande e ser muito bem avaliado. Mas agora Fred já fechou questão e anunciou apoio a Iracema Vale para deputada Federal.
Vamos aguardar!.
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A corrida pelas duas vagas do Maranhão no Senado Federal em 2026 volta a ganhar novos contornos. Assim como a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) retornou ao cenário eleitoral e passou a considerar novamente uma candidatura, o ex-senador Roberto Rocha também decidiu voltar ao jogo e pretende disputar uma das cadeiras.
No campo governista, Roseana deverá concorrer pelo MDB, tendo Orleans Brandão como candidato ao Governo do Maranhão. Sua entrada, entretanto, não deve provocar a retirada das candidaturas já colocadas de Weverton Rocha (PDT) e Pedro Lucas Fernandes (União Brasil).
Com duas vagas em disputa, a tendência é de que diferentes partidos e grupos aliados mantenham candidaturas próprias ao Senado, mesmo quando inseridos no mesmo campo político estadual. Dessa forma, Roseana chega para ampliar o leque de nomes ligados ao grupo que apoia Orleans, sem necessariamente substituir qualquer um dos postulantes já posicionados.
Movimento semelhante começa a se desenhar no campo de Eduardo Braide. André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo) já aparecem entre os nomes que já receberam o apoio para a disputa pelo Senado, e agora Roberto Rocha, também filiado ao Novo, decidiu retomar seu projeto eleitoral.
Na prática, a candidatura de Roberto Rocha não impede juridicamente que o Novo participe de uma eventual coligação majoritária em torno de Eduardo Braide para o Governo do Estado. O partido poderia, inclusive, chegar à eleição com dois candidatos ao Senado: Lahesio Bonfim e Roberto Rocha.
Politicamente, porém, a tendência é que essa composição formal não se concretize. A existência de dois nomes do Novo na corrida pelo Senado aumenta a complexidade das negociações e pode levar a legenda a seguir um caminho próprio na eleição majoritária, ainda que seus candidatos mantenham proximidade ou convergências com o projeto de Braide.
O retorno de Roseana Sarney e a movimentação de Roberto Rocha mostram que a disputa pelo Senado, que já era considerada uma das mais concorridas de 2026 no Maranhão, está longe de ter seu quadro definitivo. Com duas cadeiras em jogo e vários nomes competitivos, alianças para o Governo do Estado não significarão, necessariamente, chapas fechadas ou exclusividade na corrida senatorial.
A tendência é de uma eleição marcada por múltiplas candidaturas dentro de campos políticos semelhantes, deixando para o eleitor a definição de quais nomes conseguirão transformar alianças, recall eleitoral e estrutura política nas duas vagas disponíveis para representar o Maranhão no Senado.
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Foto Reprodução
O governador Carlos Brandão exonerou, neste domingo (19), Raimundo Cutrim do cargo de secretário extraordinário de Assuntos Legislativos, um dia após o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar sua prisão domiciliar no âmbito das investigações do caso Tech Office.
O ex-secretário está em prisão domiciliar desde sábado (18), após ter a residência e um sítio de sua propriedade alvo de mandados de busca e apreensão.
Cutrim afirma ser vítima de perseguição política e contesta a investigação conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
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A partir desta segunda-feira (20), em todo o Brasil, as convenções partidárias das eleições de 2026 já podem ser realizadas.
Durante as convenções, que vão até o dia 05 de agosto, partidos políticos e federações definirão os candidatos que disputarão as eleições e vão definir as coligações para a disputa eleitoral.
Depois das convenções, os nomes aprovados pelos partidos irão solicitar registro de candidatura à Justiça Eleitoral até 16 de agosto.
Já a campanha eleitoral terá início oficialmente em 17 de agosto, quando passam a ser permitidas propagandas eleitorais e a realização de atos de campanha nas ruas e na internet.
No Maranhão, dois dos pré-candidatos ao comando do Palácio dos Leões, Orleans Brandão (MDB) e Felipe Camarão (PT), já confirmaram as datas das respectivas convenções partidárias para oficializarem sua candidaturas nas eleições de 2026.
Vamos aguardar!.
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A ex-governadora e atual deputada federal Roseana Sarney (MDB) decidiu disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026 no Maranhão. A informação foi divulgada neste domingo (19) pelo jornalista Jorge Aragão, segundo quem a parlamentar já “bateu o martelo” sobre a candidatura.
De acordo com a publicação, o anúncio oficial poderá ser feito ainda nesta semana ou durante a convenção estadual do MDB, marcada para oficializar os candidatos do partido no pleito deste ano.
A confirmação encerra as especulações sobre o futuro político de Roseana, que já havia descartado concorrer novamente ao Governo do Maranhão e vinha sendo apontada como possível candidata ao Senado.
Com a entrada da ex-governadora na disputa, o MDB deverá apresentar uma chapa majoritária formada por Orleans Brandão como candidato ao governo, Edivaldo Holanda Júnior como vice e Roseana e Weverton Rocha (PDT) para as duas vagas ao Senado. A composição, no entanto, ainda dependerá da formalização nas convenções partidárias.
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Ganha força na federação formada por PCdoB, PV e PT a possibilidade de Flamarion Amaral, irmão do prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral (PP), ficar sem legenda para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.
Segundo apurou o Blog do Professor Gil, a tese já teria o aval de dois dos três partidos e avançou após o clã Amaral declarar apoio à pré-candidatura de Eduardo Braide (PSD) ao Governo do Maranhão.
Filiado ao PV, Flamarion era considerado praticamente eleito, graças à estrutura política do irmão. O apoio a Braide, porém, deve afastá-lo da campanha de Felipe Camarão (PT) e deixá-lo fora da disputa de outubro.
Vamos aguardar!.
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Um avião de pequeno porte que transportava o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA) realizou um pouso forçado na zona rural de Timon, por volta das 13h deste sábado (18). Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
A aeronave havia decolado de Imperatriz e, segundo as informações divulgadas, seguia para Balsas, no sul do Maranhão, quando precisou interromper o voo.
O pouso ocorreu em uma fazenda situada na região do Campo Alegre, nas proximidades do povoado 89. As circunstâncias que provocaram a ocorrência ainda não foram informadas.
Além de Hildo Rocha, estavam no avião o piloto, o copiloto e outros três passageiros. Todos saíram ilesos. As informações são do jornalista Elias Lacerda.
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Durante o evento de pré-campanha de Orleans Brandão em Bacabal, o prefeito da cidade, Roberto Costa (MDB), um dos mais próximos aliados e fiel escudeiro da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) confirmou durante sua fala no palco que Roseana está mesmo fora e não disputará nenhum cargo nas eleições deste ano.
Ao anunciar o apoio aos seus pré-candidatos, Roberto mencionou que apoiaria Roseana, mas com sua retirada, anunciava apoio à pré-candidatura de Iracema Vale (MDB) a deputada federal.
“Vocês sabem que eu tinha uma pré-candidata a Senadora, que era a nossa governadora Roseana Sarney. Mas, infelizmente, ela não vai participar da eleição por motivo de saúde. Então, eu tive pensar bem e fazer uma escolha por alguém que tem ajudado Bacabal, que tem ajudado o deputado Davi Brandão e o deputado Florêncio. Por isso, escolhi Iracema Vale como nossa candidata a deputada federal”.
Costa anunciou que vai apoiar na cidade Orleans Brandão para o governo, Weverton Rocha e Pedro Lucas para o Senado, Davi Brandão e Florêncio Neto para a Assembleia Legislativa e Iracema Vale para deputada federal.
Caso houvesse a mínima chance de Roseana ainda ser candidata ao algum cargo, Roberto deixaria a vaga em aberto para apoiá-la.
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A ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney (MDB) deu um passo importante para confirmar seu nome na disputa por uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026. Em reunião realizada nesta sexta-feira (17), Roseana comunicou a aliados políticos que deverá confirmar sua candidatura nos próximos dias, encerrando as especulações sobre uma eventual desistência.
Após o encontro, a própria ex-governadora iniciou uma série de contatos telefônicos com prefeitos, ex-prefeitos e lideranças políticas do Maranhão. Durante as conversas, ela pediu que aqueles que já declararam o primeiro voto para outro candidato ao Senado “segurem” a definição do segundo voto, afirmando que até a próxima quarta-feira (22) anunciará oficialmente sua posição.
A expectativa do grupo político é que a confirmação ocorra antes da Convenção Estadual do MDB, marcada para o dia 25 de julho, quando seu nome poderá ser homologado como candidata ao Senado.
A mudança de cenário ocorre após uma reavaliação política dentro do grupo de Roseana. Interlocutores avaliam que o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) dificilmente conseguirá entregar a composição formal da Federação União Progressista na chapa encabeçada pelo pré-candidato ao Governo do Estado, Orleans Brandão (MDB). Nos bastidores, a percepção é de que o ministro André Fufuca (PP), possui maior influência nacional dentro da federação, reduzindo o espaço político de Pedro Lucas nas negociações.
Outro fator considerado decisivo é o desempenho eleitoral da ex-governadora. Pesquisas divulgadas nas últimas semanas continuam colocando Roseana entre os principais nomes da disputa pelo Senado. Levantamento do instituto IPPI, registrado na Justiça Eleitoral, mostrou a emedebista liderando a corrida em diferentes cenários, reforçando a avaliação de seus aliados de que ela permanece altamente competitiva para a eleição de 2026.
Com esse cenário, cresce dentro do MDB a convicção de que não há razões políticas para que Roseana abra mão da candidatura.
Caso confirme sua participação, Roseana buscará retornar ao Senado após quase duas décadas. Ela foi eleita senadora em 2002, na chapa liderada pelo então governador Zé Reinaldo Tavares, ao lado de Edison Lobão. No Congresso Nacional, chegou a exercer a liderança do Governo Lula no Senado, antes de renunciar ao mandato para assumir novamente o Governo do Maranhão.
Após esse período, ela voltou ao Governo do Maranhão em 2009, após a cassação de Jackson Lago, foi reeleita em 2010 e terminou o mandato em 2014. Em 2022, voltou a ser eleita deputada federal, cargo que ocupou entre 1991 e 1994.
A possível candidatura também provoca reflexos diretos nos planos eleitorais da família Sarney. A entrada de Roseana na disputa interrompe, neste momento, o projeto de candidatura de Maria Fernanda Sarney, filha do empresário Fernando Sarney, à Assembleia Legislativa, uma vez que o grupo deverá concentrar seus esforços na campanha da ex-governadora ao Senado.





