Morre Maria de Carvalho das Chagas, mãe da esposa do Vereador Professor Manoel

Maria de Carvalho das Chagas, morreu na madrugada desta quarta-feira (10), por volta das uma e meia da manhã aos 99 anos, em Timbiras.

Maria de Carvalho era mãe da esposa do Vereador Professor Manoel.

O ato fúnebre acontece na residência do Vereador Professor Manoel na Avenida Senador Sebastião Archer, o sepultamento ocorrerá às 17h, no Cemitério Central de Timbiras-MA.

Nota de pesar:

“O Blog do Professor Gil, se solidariza ao luto dos amigos e familiares de Dona Maria Carvalho das Chagas. Que encontrem conforto e forças para enfrentar esse momento de profunda tristeza.

Maria Carvalho das Chagas será lembrada como uma pessoa simples, carismática e amiga, que sempre esteve disposta a ajudar nos momentos em que sua função exigia. Seu legado de dedicação e alegria ficará marcado em nossas memórias e no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

O Sindicato dos Cirurgiões-Dentistas do Maranhão (SINCIDEMA) se manifestou com firmeza contra declarações infundadas feitas por candidatos à presidência do Conselho Regional de Odontologia (CRO-MA), classificando os ataques como eleitoreiros, desinformados e desrespeitosos com a história e o trabalho da entidade.

Mesmo diante de graves restrições financeiras e da ausência de apoio institucional, o SINCIDEMA tem demonstrado resultados concretos. Implantou uma plataforma digital moderna, aproximando os profissionais dos serviços sindicais, criou a Campanha do Acolhimento — iniciativa inédita de suporte a dentistas recém-formados — e conduziu negociações para convênios sociais com foco na responsabilidade e inclusão, como o atendimento voluntário a idosos.

A sede do sindicato também foi completamente reformada, em investimento superior a R$ 150 mil, feito com recursos pessoais do ex-presidente Saulo Lima — sem uso de verbas públicas ou contribuições da categoria — com total transparência e documentação disponível.

A atuação do SINCIDEMA não se limita à estrutura física ou ações simbólicas. São mais de 140 processos judiciais ativos em defesa da categoria, com forte presença na Justiça do Trabalho e no TJMA. A entidade também investe continuamente em formação profissional, oferecendo palestras, cursos de pós-graduação e suporte jurídico aos filiados.

A diretoria lembrou ainda que o sindicato tentou, nas duas últimas gestões do CRO-MA, formalizar um termo de cooperação para ações conjuntas, sem obter resposta efetiva. Agora, vê com estranheza que os mesmos que se omitiram no passado usam o período eleitoral para atacar, sem apresentar propostas ou histórico de contribuição com a classe.

“Não aceitaremos que um espaço construído com esforço e resultados seja desqualificado por interesses políticos passageiros. A odontologia maranhense merece respeito e compromisso — não oportunismo”, afirmou a diretoria.

O SINCIDEMA reafirma sua missão de representar com seriedade os cirurgiões-dentistas do Maranhão, com base em ética, responsabilidade e resultados comprováveis.

Foto Reprodução

Em Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça considerou cinco réus culpados por desviar mais de R$ 108 mil da Câmara Municipal de Bom Jardim e tentar encobrir o crime. A sentença, publicada no dia 6 de setembro, condena os envolvidos a ressarcir o valor desviado, pagar multas, suspender seus direitos políticos, e os proíbe de contratar com o poder público, entre outras penalidades.

Os condenados são o vereador Antônio Gomes da Silva, conhecido como Antônio Cesarino, e sua esposa, Ana Lídia Sousa Costa, que já exerceu mandato de vereadora, o também vereador Márcio Sousa Pereira, o ex-vereador Manoel da Conceição Ferreira Filho (Sinego) e o motorista Márcio Almeida da Silva.

A decisão judicial atende a um pedido do MPMA, que destacou que os réus, liderados por Antônio Gomes da Silva e a esposa, participaram de um esquema para desviar dinheiro público no final de 2014.

O ESQUEMA

Segundo a acusação do Ministério Público, o plano teria começado quando Ana Lídia Sousa Costa assumiu a presidência interina da Câmara de Vereadores de Bom Jardim. Ela teria destituído o tesoureiro anterior e nomeado Raurison Lima dos Santos, uma pessoa de confiança de seu marido.

A acusação relata que Ana Lídia e Raurison realizaram um saque de R$ 62.834,72 em 16 de dezembro de 2014. Nos dias seguintes, Antônio Gomes e Ana Lídia teriam feito saques adicionais de R$ 35 mil, R$ 8.885,51 e R$ 2 mil, totalizando R$ 108.720,23.

Em depoimento, o tesoureiro Raurison dos Santos relatou que Antônio Cesarino o instruiu a assinar um recibo de R$ 1.500, embora ele só tivesse recebido R$ 1 mil, com a justificativa de que os R$ 500 restantes seriam para desconto de INSS. A Justiça concluiu que essa retenção indevida de R$ 500 por Antônio Gomes da Silva caracterizou apropriação indevida e enriquecimento ilícito.

FRAUDE PROCESSUAL

Em um segundo momento, os réus teriam se associado para produzir documentos falsos e fraudar a instrução de processos criminais. De acordo com a acusação do MPMA, eles percorreram a cidade de Bom Jardim procurando pessoas para assinar recibos falsos, datados de dezembro de 2014, como se tivessem recebido salários, com o objetivo de criar uma “aparência de legalidade” para os saques.

O Ministério Público reuniu diversos depoimentos de testemunhas para fundamentar a acusação.

DETERMINAÇÕES DA JUSTIÇA

A Justiça considerou as provas apresentadas suficientes para condenar todos os cinco réus, comprovando a intenção delituosa em suas ações. A sentença impôs as seguintes sanções:

– Ressarcimento do Dano: Todos os réus foram condenados solidariamente a ressarcir o dano integral de R$ 108.720,23, com correção monetária e juros.

– Perda da Função Pública: Antônio Gomes da Silva, Ana Lídia Sousa Costa e Manoel da Conceição Ferreira Filho perderam suas funções públicas, caso ainda as exerçam.

– Suspensão dos Direitos Políticos: Antônio Gomes da Silva e Ana Lídia Sousa Costa tiveram direitos políticos suspensos por 10 anos, Manoel da Conceição Ferreira Filho,por 8 anos, e Márcio Sousa Pereira e Márcio Almeida da Silva,por 5 anos.

– Danos Morais Coletivos: Todos os réus foram condenados a pagar indenização por danos morais coletivos. Antônio Gomes da Silva e Ana Lídia Sousa Costa deverão pagar R$ 10 mil cada, enquanto Manoel da Conceição Ferreira Filho, Márcio Sousa Pereira e Márcio Almeida da Silva pagarão R$ 5 mil cada.

A decisão também condenou os réus, solidariamente, ao pagamento de multa civil, proibição de contratar com o serviço público e ao pagamento das custas processuais.

SOMBRAS ESQUECIDAS NO MANGUEIRAL

Sempre sou só.

Mesmo em meio às multidões,

mesmo cercado de vozes e risos, a solidão me acompanha como um corvo que ronda um cadáver no deserto.

Nada me pertence,

e a lugar algum pertenço.

Os que hoje erguem a espada contra mim são os mesmos que um dia me abraçaram em risos.

Por qualquer estrada que eu siga, encontro o mesmo destino.

O desprezo,

a indiferença,

as mortes sucessivas,

as sombras esquecidas no mangueiral.

E é quando tudo cala,

quando tudo dorme,

quando tudo morre.

É então que os silêncios pesam sobre as noites, e temo o escuro.

Mas não há saídas.

E sem saídas, o escuro, inevitável e só, acaba tornando-se meu refúgio mais fiel.

Nele, fecho os olhos,

e tudo, enfim, encontra o seu lugar.

Walterli Lima.

O governador Carlos Brandão falou sobre a permanência no mandato até 31 de dezembro de 2026 durante a inauguração do Terminal da Baixada, em São Luís, nesta terça-feira (9).

“Deus e o povo me deu esse mandato, e esse mandato eu vou honrar até o último dia”, afirmou Brandão durante o evento, que reuniu autoridades estaduais, lideranças locais e representantes do setor de transportes.

A fala do governador afasta a possibilidade de disputa ao Senado Federal, que implicaria em ter de deixar o Palácio dos Leões sob comando do petista Felipe Camarão.

Um show de luzes iluminou os céus de São Luís na noite de segunda-feira (8), data em que se celebraram os 413 anos da capital maranhense.

Imagens que remetiam à história e à cultura local se formaram diante dos olhos do público, em uma sincronia perfeita.

O espetáculo, em parceria com a empresa Vale, foi um dos pontos altos da programação festiva, antecedendo o show do cantor Gusttavo Lima.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CRM-SP) cancelou o diploma de Adriana, mãe do prefeito de Caxias e atual secretária municipal de Assistência Social. Ela é alvo da Operação Segunda Dose, deflagrada pela Polícia Federal nesta segunda-feira (8), que investiga um esquema envolvendo falsificação de documentos, exercício ilegal da medicina e desvio de recursos públicos.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, a PF apreendeu quase R$ 470 mil em dinheiro vivo e medicamentos pertencentes ao Fundo Municipal de Saúde de Caxias.

Além disso, a Justiça Federal determinou o afastamento cautelar de Adriana tanto das funções públicas quanto de qualquer atividade relacionada à prática médica, enquanto o caso segue em investigação.

Por Marco Silva.

O prefeito de Caxias, Gentil Neto, se manifestou por meio de nota à imprensa após uma operação da Polícia Federal realizada nesta segunda-feira (8). A ação aconteceu em unidades de saúde, na sede da Secretaria Municipal de Proteção Social e na residência da secretária da pasta, Adriana Raquel, que é mãe do gestor municipal.

No comunicado, Gentil Neto destacou que o município de Caxias não é alvo da investigação, mas determinou que todos os servidores colaborassem plenamente com as autoridades policiais durante as diligências.

O prefeito também ressaltou que a presença da Polícia Federal na residência de sua mãe não representa confirmação de irregularidades. “Todo cidadão tem direito à ampla defesa e ao contraditório, garantias fundamentais da nossa Constituição”, afirmou.

Por fim, Gentil reafirmou seu compromisso com a legalidade, ética e transparência, além de demonstrar confiança no trabalho da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça Federal.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (8/9), a Operação Segunda Dose, com o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em investigação que apura falsidade documental e exercício ilegal da medicina no município de Caxias.

As diligências foram realizadas simultaneamente em cinco endereços, incluindo a residência da principal investigada, as instalações da Secretaria Municipal de Proteção Social, bem como em unidades de saúde localizadas nos bairros Salobro, Cohab e UPA.

O principal alvo é Adriana Raquel de Sousa, mãe do prefeito de Caxias, Gentil Neto. Cautelarmente, ela foi afastada do cargo de secretária de Proteção Social e teve suspenso o registro no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica. Também foram localizados e apreendidos uma caixa com medicamentos que seriam destinados ao Fundo Municipal de Saúde e R$ 467 mil, sem que fosse apresentada comprovação lícita de origem.

Diante dos achados, a investigação passou a abranger, além dos crimes inicialmente apurados, os delitos de peculato e lavagem de dinheiro.

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PM DE TIMBIRAS

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