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O Vereador Junão, inicia as comemorações ao dia das crianças, com o coração cheio de esperança, por meio do Projeto Reforço Escolar e Futuro Sustentável, uma iniciativa do Vereador que nasceu no início deste ano, que visa fortalecer a educação das crianças da zona rural de Timbiras, levando dignidade e inclusão social nas áreas mais distantes da cidade com o projeto “Reforço Escolar e Futuro Sustentável” na zona rural.
A ação, realizada nesta sexta-feira, 10/10, levou alegria, lazer e inclusão a crianças de comunidades rurais do município.
O Vereador reforça o compromisso de um mandato participativo e justo, acreditando que investir no presente é garantir um futuro mais promissor.
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Segundo a polícia, há suspeita de que a fábrica pirata no ABC Paulista comprava etanol em postos de combustível e misturava esse conteúdo em bebidas como vodka. Uma mulher foi presa.
A Polícia Civil de São Paulo localizou nesta sexta-feira (10), em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a fábrica clandestina de onde teriam saído as garrafas de bebida alcoólica que causaram a morte de duas pessoas por intoxicação com metanol no estado.
O etanol comprado pelos fabricantes estaria adulterado com metanol, substância tóxica que provocou os casos de intoxicação. Esse combustível era misturado a bebidas como vodka.
A descoberta ocorreu durante a investigação instaurada para apurar casos de adulteração de bebidas alcoólicas, após os dois primeiros óbitos registrados na capital paulista. As vítimas haviam consumido vodka no mesmo estabelecimento comercial localizado na Zona Leste de São Paulo.
Derrite diz que etanol adulterado tinha mais de 40% de metanol e falsificadores foram prejudicados por organização criminosa
Após a investigação identificar os fabricantes da bebida, a operação, com mandados de busca e apreensão, desmantelou a fábrica clandestina em São Bernardo.
Segundo a polícia, a proprietária da fábrica confessou que havia comprado as garrafas de uma distribuidora não autorizada. Ela foi presa em flagrante por crime de adulteração de bebidas.
Ela será autuada por falsificação, corrupção, adulteração de substâncias ou produtos alimentícios tornando-os nocivos à saúde ou diminuindo seu valor nutritivo. A pena para esses crimes é de reclusão de 4 a 8 anos e multa.
Além de São Bernardo do Campo, endereços em São Caetano do Sul e na capital paulista também foram vistoriados. Ao todo, oito suspeitos foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimentos.
A Polícia Civil diz que segue com as investigações para apurar o envolvimento dos suspeitos e a origem dos produtos apreendidos.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, anunciou nesta quinta-feira (9) que venceu o processo movido contra o Hospital Santa Lúcia, em Brasília, pela morte de seu filho Marcelo Dino, ocorrida em 2012, quando o garoto tinha 13 anos. A decisão transitou em julgado após mais de 13 anos de tramitação judicial.
De acordo com o ministro, a Justiça reconheceu a responsabilidade do hospital pelo falecimento do adolescente, vítima de falhas no atendimento médico. O valor da indenização, fixado em R$ 1,2 milhão, será integralmente doado. “A ‘indenização’ que foi paga por essa gente não nos interessa e será integralmente doada. O que importa é o reconhecimento da culpa do hospital”, escreveu Dino em suas redes sociais.
Em sua publicação, o magistrado afirmou esperar que a condenação sirva para evitar novos casos de negligência médica e para que outras famílias busquem seus direitos na Justiça. Ele também mencionou o Projeto de Lei nº 287/2024, de sua autoria, apresentado quando ainda era senador, que prevê a obrigatoriedade de avaliações periódicas de qualidade em hospitais públicos e privados.
Flávio Dino relatou ainda o impacto pessoal da perda do filho e agradeceu aos amigos e familiares que o apoiaram ao longo dos anos. “Marcelo vive para sempre, no Reino de Deus e nos nossos corações. Meu peito sangra e dói, mas tenho fé”, declarou o ministro.
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Secretária de Saúde de São João do Caru, Luciana Gonçalves.
A secretária municipal de Saúde de São João do Caru, Luciana Gonçalves, foi denunciada ao Ministério Público do Maranhão (MPMA) por supostos atos de improbidade administrativa, que incluem suspeitas de extorsão e estelionato contra profissionais da saúde do município.
De acordo com a denúncia recebida via Disque-Denúncia, a gestora teria exigido de enfermeiros contratados pelo município o repasse de metade do valor retroativo referente à implantação do piso salarial da categoria, sob ameaça de exoneração.
Os relatos apontam para uma possível prática de extorsão e estelionato, que, se confirmada, configuraria violação aos princípios da administração pública e ilícitos de natureza criminal.
A portaria, publicada no Diário Eletrônico do MPMA nesta sexta-feira (10), determina que o procedimento tenha prazo inicial de um ano.
O caso é conduzido pelo promotor de Justiça Francisco de Assis Maciel Carvalho Júnior, que responde pela Promotoria de Bom Jardim, responsável pela defesa do patrimônio público e da probidade administrativa em São João do Caru.
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O Maranhão registrou o primeiro caso suspeito de intoxicação por metanol. A vítima é um homem de 30 anos, natural do município de Monção, que foi transferido na manhã desta sexta-feira (10) para São Luís em um helicóptero do Centro Tático Aéreo (CTA).
Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde do paciente, que já está na capital maranhense sob cuidados médicos. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
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O caso do flagrante de uma mulher pichando um casarão no Centro Histórico de São Luís levanta o debate sobre o que realmente está acontecendo com o espaço que mais deveria ser cuidado na capital maranhense: um cenário de completo abandono.
A artista Camila Reis, moradora do Centro de São Luís, questionou a preocupação de algumas autoridades recente com a sujeira do Centro Histórico de São Luís unicamente pelo flagrante da pichação.
Camila mostrou que exatamente o mesmo casarão do vídeo que viralizou hoje está imundo com cartazes de publicidade de candidatos em eleições estaduais e municipais.
Além do péssimo exemplo dos políticos, que mereciam punição para eles e suas coordenações de campanha, é fato que o Centro Histórico está totalmente abandonado, tomado por sujeira e uma péssima imagem do que deveria ser o cartão-portal de São Luís.
Há pelo menos seis anos o local ficou abandonado pelo poder público e espera-se que a repercussão do evento da pichação sirva para que o local volte a ser cuidado.
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Hoje, sexta-feira (10) de outubro, quem faz aniversário e recebe os parabéns deste blog é a nossa irmã a Professora Kátia Martins.
Nos somamos com todos os familiares e amigos para lhe ofertar felicitações e que chuvas de bênçãos sejam derramadas em sua vida.
Parabéns muitas felicidades e muitos anos de vida minha irmã.
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O Vereador Hygo Contador de Timbiras lamenta que fake news sejam usadas para confundir a população, reafirma seu compromisso com a legalidade e transparência.
Hygo Contador, desmentiu nesta sexta-feira (10) informações falsas divulgadas por pessoas ligadas ao grupo político da situação que teriam a intenção de tentar confundir a população. O Vereador Hygo que vem exercendo seu trabalho parlamentar de maneira responsável e fiscalizadora, reforça que permanece comprometido com a verdade, transparência e o respeito ao cidadão, princípios que norteiam seu trabalho parlamentar.
Hygo ainda afirma que na sessão da próxima segunda-feira, dia 13 de setembro, irá tratar das desinformações e fake news que têm circulado recentemente e que a verdade sempre prevalecerá.
Vereador Hygo Contador
Câmara Municipal de Timbiras
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Dois ex-gestores de Arame, no Maranhão, foram condenados por atos de improbidade administrativa cometidos com recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) da Educação Integral, em 2018. A Justiça Federal reconheceu que as verbas repassadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) foram sacadas de forma irregular e utilizadas em benefício pessoal, sem qualquer vínculo com a finalidade do programa.
De acordo com a ação do MPF, a então coordenadora de programas da Secretaria Municipal de Educação emitiu e descontou, em seu nome, 20 cheques vinculados às escolas, apropriando-se de R$ 14 mil. Parte dos valores também foi repassada a uma empresa sem atividade regular e sem comprovação de serviços prestados. O então secretário municipal de Educação foi responsabilizado por permitir e apoiar a liberação dos cheques, o que contribuiu para o desvio dos recursos.
Além disso, o MPF argumentou que os réus agiram de forma dolosa, ou seja, com intenção de se beneficiar dos valores públicos. A denúncia também aponta que, valendo-se de seus cargos, os réus coagiram diretoras de Caixas Escolares do Município de Arame a assinarem cheques em branco vinculados às contas das respectivas escolas e entregarem à coordenadora.
A Justiça Federal ressaltou, na sentença, que os recursos do PDDE têm como finalidade exclusiva garantir a manutenção e melhoria da infraestrutura escolar e a qualidade do ensino das escolas públicas da educação básica, e não poderiam ter sido utilizados para fins pessoais.
Com a decisão, a Justiça determinou que os condenados devolvam solidariamente o valor desviado, atualizado e acrescido de juros, descontados os montantes já pagos em acordo de não persecução penal. Também foram aplicadas as penalidades de suspensão dos direitos políticos por cinco anos e a proibição, pelo mesmo período, de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais e creditícios.






