VIDA CIGANA, por professor Walterli Lima 

Perambulando dias sem fim

Mundo a dentro

Sem raízes presas ao chão

Sem histórias para contar do amanhã

Memórias póstumas do que sou

Do que fui

Do que serei eu um dia.

A noite me espreita nas madrugadas.

A vida se vai como a chama de uma vela na ventania

Repentinamente,

Sem avisar.

Longe do meu lugar me perdi

Me encontrei.

Vida cigana

De cores e lágrimas manchando de preto e branco os sorrisos.

Eu não sou daqui.

 

Walterli Lima

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