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Por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), o Governo do Maranhão lançou o Programa Destino Lençóis e Delta. Nesta primeira etapa serão destinados 20 milhões de reais a obras e ações em 8 municípios.
A solenidade de lançamento, que apresentou vídeo promocional e etapas das atividades que serão executados no ano de 2021, começou com a fala do governador Flávio Dino, que destacou mais investimentos para estruturar e promover políticas públicas para geração de emprego e renda. “No próximo ano, vamos intensificar nossa parceria com foco no turismo”, ressaltou o governador.
Compõem os polos Lençóis Maranhenses e Delta das Américas os municípios de Araioses, Água Doce do Maranhão, Barreirinhas, Humberto de Campos, Tutóia, Paulino Neves, Primeira Cruz e Santo Amaro.
Serão 16 obras como revitalização e construção de praças, Beira Rio, portais de entrada, instalação de sinalização turística, pontos de internet, qualificações, além de investimentos em outros eixos do programa como artesanato, kitesurfe, lazer e segurança.
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Em mapa divulgado pelo site Poder 360, o Maranhão é um dos quatro estados brasileiros com a menor taxa de letalidade por Covid-19 do Brasil. O gráfico elaborado pelo portal foi apresentado pelo governador Flávio Dino durante entrevista coletiva.
Segundo o mapa, em todo o Brasil apenas os estados do Paraná, Maranhão, Bahia e Minas Gerais figuram com a cor amarela no que diz respeito ao número de óbitos relacionados ao coronavírus por milhão de habitantes.
O Maranhão tem a terceira menor taxa de letalidade do país, com 620 mortes por milhão de habitante, de acordo com o levantamento.
Para o governador, o número favorável também representa boa aplicação dos recursos públicos, no Maranhão, no combate ao surto epidemiológico.
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DR. José Mendes é diplomado vereador em Codó-MA e agradece a população Codoense.
Gratidão a Deus e aos amigos que acreditam em nosso trabalho, e disse que seu objetivo é trabalhar pelo povo e afirmou que estar preparado para a função que irá assumir a partir do dia primeiro de Janeiro de 2021. (ASCOM).
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O ex-presidente da República, José Sarney, não quis esperar o início da imunização contra a Covid-19 nas terras onde mora, em Brasília. E muito menos na que nasceu, Maranhão.
Sarney solicitou ao governador paulista que seja o primeiro a ser vacinado, considerando a sua idade, 90 anos. São Paulo deve ser o primeiro estado a iniciar a vacinação.
O governador João Dória aproveitou para convidar os ex-presidentes FHC, Lula e Michel Temer e Dilma Rousseff para participarem da sessão inaugural da vacina junto com Sarney.
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A vacina já fez parte de muitas guerras. Ninguém sabe qual foi a primeira, mas, na América, a ocorrência pioneira foi registrada em 1492, segundo Charles C. Mann em seu livro 1493. Nesta região até então não existia hepatite, varíola ou gripe. Quando estas doenças desembarcaram no bojo das caravelas, o cálculo feito pelos historiadores é que elas dizimaram dois terços da população indígena. Esse terrível genocídio acabou provocando resistência de seu organismo a alguns vírus e bactérias.
Na China, sempre pioneira, a inoculação do vírus da varíola, hoje chamada variolação, já era praticada no século X. “A vacinação é precursora da medicina moderna e não produto dela”, diz Eula Biss em seu livro Imunidade. O que veio a tomar o nome de vacina era praticado desde o século XVIII na Inglaterra, onde se começou a praticar a variolação. De lá, em 1733, Voltaire — que tivera varíola dez anos antes — escreveu que “as mulheres do Caucáso desde tempos imemoriais dão a varíola aos filhos já aos seis meses, fazendo-lhes uma incisão no braço e inserindo uma pústula que retiravam de uma outra criança.” É ainda Biss quem lembra que Voltaire censurava o fato de os embaixadores franceses não terem levado esse hábito de Constantinopla para Paris.
Essas práticas provocaram grandes controvérsias e muitas revoltas. Não só no passado: sempre a vacinação esteve ligada à violência. Na caçada a Bin Laden os americanos simularam uma vacinação de hepatite tipo 2 no Paquistão e no Afeganistão para ter o pretexto de visitar casa a casa — vacinavam as pessoas, mas verdadeiramente queriam descobrir o esconderijo do terrorista que mandara explodir as torres gêmeas.
Aqui no Brasil a guerra da vacina de 1904, que envolveu grandes nomes da História brasileira, teve várias motivações: os cadetes da Escola da Praia Vermelha valeram-se dela para tentar um levante contra Rodrigues Alves; contra Osvaldo Cruz havia o ciúme pela ascendência profissional; e o nosso grande Rui Barbosa invocava o Direito, sustentando que a obrigação de submeter alguém a receber o vírus da doença em seu próprio corpo era uma violência do Estado.
Por trás, ontem e hoje, o egoísmo do homem, que tem algo, ou material ou intelectual, a defender em proveito pessoal. A guerra atual é entre laboratórios ingleses, americanos, chineses, alemães e de todo lado, cada qual querendo chegar na frente e tirar proveitos comerciais. Já os governos e políticos desejam obter dividendos eleitorais.
Mas, para felicidade nossa, a disputa que demorou esses longos meses — tempo em que se perderam tantas vidas — parece pacificada. O inimigo é o vírus e as outras discussões são secundárias. Tem lugar para todo mundo e, em âmbito mundial, todos serão vacinados, afastando o medo e a ameaça à vida.
As sequelas, contudo, são subjacentes, e aqui a luta continua, agora sob o manto de entendimento entre União, Estados, Municípios. Meios científicos e políticos continuam em fogo brando.
Mas, como acontece em todas as guerras, na nossa se acaba de fazer um pacto de cessar fogo. Já é uma grande coisa e a volta ao bom senso e a substituição da esperança pela certeza.Habemus vacina. Ufa!
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Artistas, organizadores e frequentadores ficaram mais tranquilos quando o governador do Maranhão reafirmou que as festas privadas de fim de ano não serão vetadas, mas desde que cumpram as normas sanitárias. 
A liberação será possível graças ao fato de que o nosso estado é hoje o com menor índice de letalidade e de registros de casos de infecções pela covid-19, em função das políticas públicas de saúde adotadas pelo governo estadual.
Flávio Dino lembrou ainda que “não temos ingerência sobre os eventos municipais”, o que deixa os prefeitos eleitos e reeleitos para fazerem a festa tão esperada pelo povo maranhense.
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De O Estado
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou durante coletiva à imprensa na sexta-feira, 18, que não pretende tomar novas medidas mais duras para o combate à Covid-19 no estado. Segundo ele, não há previsão de novo lockdown, por exemplo. A prioridade do governo deve ser providenciar o mais rápido possível a oferta de vacina para a população.
Segundo o comunista, o Executivo segue acompanhando de perto a evolução dos números da doença, com maior cautela – em virtude de um perceptível aumento do número de internações por Covid-19 na rede estadual -, mas ainda levando em conta a condição de estabilidade na ocupação de leitos clínicos e de UTI , que segue abaixo de 30%.
“Um ligeiro crescimento da curva de internações é um fator de preocupação, de alerta, como outros estados e outros países estão vivendo. Não cogitamos, ainda, de nenhuma medida de quarentena, nada desse tipo, nesse instante, e estamos lutando para que isso não seja necessário”, declarou o governador, reforçcando recomendações sanitárias e destacando o desempenho do estado no combate à pandemia.
“O Maranhão é reconhecido nacionalmente como um dos Estados que melhor têm enfrentado a pandemia. Temos um dos melhores desempenhos do país, com menor letalidade. Menos mortes em relação aos casos ocorridos”, destacou o governador Flávio Dino.
O governador ainda deixou claro que não pretende impedir ou vetar festas privadas de Réveillon. No entanto, o comunista pede que empresários e consumidores mantenham o cumprimento das regras sanitárias, assim como seja obedecido o número de 150 pessoas presentes por evento.
Ele lembrou, contudo, que eventos públicos estaduais defim de ano estão suspensos. “Não temos ingerência sobre os eventos municipais. Quanto às festas privadas, teremos vistorias antes dos eventos, para que sejam cumpridas as normas no que diz respeito à capacidade e distanciamento. As festas ocorrerão, desde que respeitando as normas sanitárias”, explicou Dino.
Vacinação – Sobre a imunização da população contra o novo coronavírus, Flávio Dino citou as campanhas contra a vacinação, que classificou como irresponsáveis. “Temos institutos sérios tratando deste tema, a exemplo do Butantã, que tem 120 anos de atuação. Se os especialistas em vacina nos disserem que pode ser aplicada, iremos à busca”, afirmou.
Presente Pa coletiva, de forma remota, o sceretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, destacou os movimentos da gestão estadual para garantir, no STF, a possibilidade de o Estado adquirir vacinas do exterior – mesmo ainda sem aval da Anvisa -, caso o Plano Nacional de Imunização (PNI) seja descumprido pelo Governo Federal. De acordo com o auxiliar governamental, os recursos para essas aquisições, se necessárias, virão do orçamento estadual, que já encaminha protocolos com o Butantã e outros institutos para a aquisição de vacinas. “Queremos, o quanto antes, garantir a imunização dos maranhenses”, informou o secretário Carlos Lula. A perspectiva para iniciar a vacinação, disse o titular da SES, é janeiro.
Lula comentou, também, a possibilidade de obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19. Ele pontuou a importância da imunização para melhoria dos indicadores da doença. “Ter a carteira com a vacina da Covid-19, em breve, será tão importante quanto ter passaporte”, enfatizou o secretário Carlos Lula.
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Na última sessão de julgamentos de 2020 no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), realizada nesta sexta-feira (18) de dezembro, o advogado Bruno Duailibe, membro da Corte na categoria jurista, apresentou pedido de renúncia do cargo, cumprindo o que determina o artigo 8º do Regimento Interno.
Ele comunicou que seu desligamento da Corte Eleitoral antes do término do seu biênio – que se daria em 15/04/21, ocorre porque irá compor a equipe do novo prefeito de São Luís, Eduardo Braide, a partir de janeiro.
Ao comunicar sua renúncia, Bruno Duailibe, emocionado, registrou: “nem no calabouço do meu inconsciente imaginei que um dia eu pudesse integrar como membro titular o TRE. Isso é um privilégio tamanho”, acrescentando que desde que assumira tentou honrar os votos recebidos dos desembargadores do Tribunal de Justiça.
Por uma questão de ética, ressaltou que se deu por suspeito em todos os processos em que o prefeito eleito figurou como parte na Corte Eleitoral. “Todos os processos que o prefeito eleito 2020 seja no polo ativo ou no polo passivo, eu firmei suspeição, não houve exceção, e isso me deixa de maneira confortável para aceitar o convite e evitar qualquer espécie de maledicência”, pontuou.
Concluiu dizendo que deixa a Corte com o sentimento de dever cumprido, com o gabinete sem pendência. “Estou deixando o meu gabinete zerado para o meu sucessor e isso eu devo à minha equipe que foi incansável. Através deles, estendo a minha gratidão a todos os servidores da justiça eleitoral. Nunca vi tanta eficiência junta, aqui eles são probos, eficientes e diligentes”.
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O prefeito eleito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), aproveitou a presença do vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (Republicanos), na cerimônia de diplomação dos eleitos realizada pelo TRE-MS na quinta-feira (17), para mandar um recado ao governador Flávio Dino (PCdoB).
Disse que a Prefeitura de São Luís estará, sempre, “de portas abertas” a parcerias.
“Leve ao governador do Estado que o momento é de união e que a Prefeitura de São Luís sempre estará de portas abertas para fazermos as parcerias em prol do povo da nossa cidade“, declarou.
Em tempo: Flávio Dino nunca parabenizou Braide pela sua eleição na capital maranhense.
A prefeitura de Timbiras, por meio da Secretaria de obras iniciou neste sábado (19/12) a operação tapa buraco para melhorar as condições de tráfego nas ruas de Timbiras.






