Com baixa rejeição, Lahesio Bonfim ganha volume nas redes sociais

O pré-candidato ao governo do Maranhão, prefeito do pequeno município de São Pedro dos Crentes, médico Lahesio Bonfim (PSL), tem surpreendido nas pesquisas de intenção de votos para o governo do estado. Com baixa rejeição, vem ganhando volume e se articulando bem, principalmente, nas redes sociais, onde interage com os internautas.

Com discursos nacionalistas e conservadores, Lahesio tem investido em grupos de WhatsApp e no Instagram – diferencial para conquistar eleitores e apoiadores de opinião. Com essa estratégia, vem alcançando considerável crescimento de seguidores. Se continuar evoluindo como está, pode sair com razoável potencial político das eleições deste ano.

Para quem surgiu outro dia na política, como prefeito de um pequeno município maranhense, pouco conhecido, ele vem apresentando índices competitivos nas pesquisas, se compararmos a nomes que têm suas imagens bem mais trabalhadas nesta corrida, a exemplo do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), com o qual já chega a encostar, tecnicamente. Ele contabiliza também a seu favor os menores índices de rejeição dos eleitores, segundo os institutos que fazem os levantamentos.

Nome novo na disputa majoritária, Lahesio já apareceu com mais de cinco pontos percentuais em pesquisas, o que vem chamando atenção. Dados das últimas pesquisas Econométrica e Escutec, mostram ele bem perto de Carlos Brandão e do deputado federal, Josimar de Maranhãozinho (PL), ambos com vasta caminhada política e com grandes empreitadas nesta pré-campanha, no que se refere a adesão de aliados.

O prefeito de São Pedro dos Crentes, que diz ter a simpatia do presidente da República, Jair Bolsonaro, não realiza movimentos, eventos e nem percorre tantos municípios, mas tem conquistado índices nas pesquisas de preocupar adversários. Adesões que vêm de eleitores de opinião que se concentram, sobretudo, nas redes sociais.

Mesmo que não saia vitorioso destas eleições, Lahesio não perderá, politicamente falando. Nas redes sociais, ele se apresenta com discursos bem firmes, contundentes, críticos e deve ser uma “pedra no sapato” do governo, na gestão Carlos Brandão, já que se mostra com forte perfil de oposição.

Em seu retorno a 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil, o delegado Rômulo Vasconcelos compartilhou com a população dados positivos sobre a segurança pública em Codó. De acordo com o delegado, o município de Codó ficou em primeiro lugar em prisões efetuadas, dentre todas as vinte e uma Delegacias Regionais do Maranhão. O Delegado Rômulo também agradeceu a contribuição da sociedade codoense para o trabalho das forças de segurança pública no município.

“O Ano de 2021 foi um ano de vitória para a Polícia Civil e para a sociedade codoense. Foram 388 prisões que aconteceram no ano de 2021, realizadas pela Polícia Civil, fora as prisões feitas pela Polícia Militar. Isso é uma vitória para toda sociedade codoense. Quero agradecer a toda população e reforçar a grande contribuição que nos dão no combate ao crime. As informações passadas pela população são muito importantes para as forças de segurança pública”, agradeceu o delegado Rômulo Vasconcelos.

O Corpo de Bombeiros emitiu alertas aos municípios de Itapecuru-Mirim, Coroatá, Pirapemas, Cantanhede, Santa Rita e Rosário, devido à elevação de oito metros do Rio Itapecuru. As equipes vão executar plano de contingência nas áreas de riscos mapeadas pelas coordenadorias da Defesa Civil nestas cidades.

Em Trizidela do Vale e Pedreiras, o plano de contingência já é executado, devido à tendência de elevação do Rio Mearim, que atingiu a marca de 4,82 metros que, por enquanto, ainda está inferior a cota de alerta.

Por causa da enchente de vários rios no Maranhão, que têm causado inundações e alagamentos, o Corpo de Bombeiros segue com as operações de auxílio às famílias afetadas. O trabalho inclui retirada das pessoas de áreas de risco, apoio com medicamentos e alimentação, além de monitoramento da elevação do nível dos principais rios. A operação conta com equipes das coordenadorias Estadual de Defesa Civil, municipais e unidades operacionais.

Por conta das chuvas, já declararam situação de emergência os municípios de Mirador, Barra do Corda, Jatobá e Grajaú.

Empresas e institutos que realizam pesquisas eleitorais começaram o ano com a obrigação de registrá-las perante a Justiça Eleitoral pelo menos cinco dias antes da divulgação dos resultados. As pesquisas são uma conhecida ferramenta para verificar a viabilidade de eventuais candidaturas e quais temas mais sensíveis a população gostaria de ver em debate durante a campanha.

A principal inovação da Resolução nº 23.676, que trata das pesquisas eleitorais, foi a inclusão da federação partidária nos procedimentos de controle e fiscalização da coleta de dados das entidades e das empresas que divulgarem pesquisas, bem como na impugnação de pesquisas por suposto descumprimento das regras sobre o assunto. A união de partidos em uma federação foi instituída na reforma eleitoral de 2021, com o objetivo de permitir às legendas atuarem de forma unificada em todo o país, como um teste para uma eventual fusão ou incorporação de partidos.

Registro das pesquisas e anúncio dos resultados

Segundo a resolução, o registro da pesquisa será obrigatoriamente realizado via internet, por meio do Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), disponível nos sítios eletrônicos dos tribunais eleitorais. O registro deverá trazer as seguintes informações: quem contratou a pesquisa e quem pagou, com os respectivos números no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), valor e origem dos recursos, metodologia usada e período de realização do levantamento.

Outros dados necessários são o plano amostral e ponderação quanto a gênero, idade, grau de instrução, nível econômico do entrevistado, assim como o questionário completo aplicado ou a ser aplicado e o nome do estatístico responsável pela pesquisa.

Somente o registro da pesquisa, com todas as informações requeridas, é obrigatório. A divulgação do resultado não. Porém, se forem divulgados, os resultados devem conter obrigatoriamente: o período de realização da coleta de dados, a margem de erro, o nível de confiança, o número de entrevistas, o nome da entidade ou da empresa que a realizou e, se for o caso, de quem a contratou, bem como o número de registro da pesquisa.

Adaptação a novos marcos disciplinares

No final do ano passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a Resolução nº 23.676 para alterar alguns pontos da Resolução nº 23.600, que trata justamente das pesquisas eleitorais. O objetivo foi adaptar o texto aos novos marcos disciplinares que passaram a vigorar desde as últimas eleições.

As mudanças são resultados de estudos realizados por grupo de trabalho específico, que examinou novas jurisprudências consolidadas na Corte Eleitoral e no Supremo Tribunal Federal (STF). Também surgiram da necessidade de aperfeiçoar algumas práticas e rotinas anteriormente executadas. Todas as propostas foram previamente debatidas em audiência pública.

Para eliminar qualquer dúvida que ainda possa haver sobre o tema, a resolução deixa claro, por exemplo, que a Justiça Eleitoral não realiza nenhum controle prévio sobre resultado ou divulgação de pesquisa e nem gerencia ou cuida da divulgação do levantamento.

Acesso ao sistema interno e capacidade de impugnar

Segundo a resolução, o Ministério Público, candidatas e candidatos, partidos políticos,  coligações e federações partidárias poderão ter acesso ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da coleta de dados das entidades e das empresas que divulgarem pesquisas de opinião relativas às candidatas, aos candidatos e às eleições, para avaliar a regularidade dos procedimentos.

Candidatas e candidatos, Ministério Público, partidos, coligações e federações também são partes legítimas para impugnar o registro ou a divulgação de pesquisas eleitorais perante o juízo ou tribunal competente, quando julgarem não atendidas as exigências da norma.

Enquetes e exercício do poder de polícia

Além da novidade da menção às federações partidárias, outra inovação do texto é que a enquete apresentada ao público como pesquisa eleitoral será reconhecida como pesquisa sem registro. A norma determina que competirá ao juízo da fiscalização eleitoral o exercício do poder de polícia contra a divulgação de enquetes, com a expedição de ordem para que seja removida, sob pena de crime de desobediência, sem prejuízo de eventual representação cabível.

Suspensão de divulgação da pesquisa

No caso de decisão que venha a suspender a divulgação da pesquisa, ela deverá ser comunicada a quem for responsável pelo registro do levantamento, bem como a quem contratou a consulta.

O Rio Itapecuru começou a subir devido às chuvas intensas que vem caindo no Maranhão e está gerando desespero pelas cidades por onde passa.

Vídeos que circulam na internet mostram há ruas alagadas devido a cheia do Itapecuru e comerciantes já iniciaram a retiradas dos produtos e equipamentos das lojas para evitar prejuízos.

O caso requer um plano de contingência urgentemente a fim de evitar um estrago maior durante o período chuvoso.

Até o momento, o Governo do Maranhão não se manifestou sobre quais medidas serão tomadas para amenizar as enchentes.

A Defesa Civil dos Municípios já estão se mobilizando e trabalhando contra o problema que se avizinha.

 

 

 

 

O município de Mirador é mais um dos que vêm sofrendo com as fortes chuvas, que causaram aumento no nível do rio Itapecuru. Esta é a maior cheia da história, na região.

As cheias do rio Itapecuru fizeram casas desabar, deixou prejuízos comerciais e vários povoados ilhados, alguns, tendo como único acesso o transporte em canoas.

Famílias estão sendo acolhidas em abrigos e moradores solidários ajudam para conseguir salvar o que não foi danificado ou levado pelas águas do rio.

Assim como ocorre em outras cidades afetadas, o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão e a Defesa Civil monitoram as ocorrências no município e prestam apoio às famílias atingidas.

O Conselho Regional de Medicina do Maranhão registrou em suas redes sociais as mortes de três profissionais da áreas nos últimos dias.

Faleceram os médicos Conceição de Maria Costa (nº 261), Laís Sabardini Borçoi (nº 10.202) e Tiago Soares Rêgo Cunha (nº 9597).

As causas dos óbitos não foram divulgadas.

Nesta terça-feira (04), a equipe médica que vai acompanhando o presidente da República, Jair Bolsonaro, descartou, neste momento, a necessidade de fazer uma nova intervenção cirúrgica.

Além de descartar uma nova cirurgia, foi confirmada uma evolução no quadro de saúde de Bolsonaro, mas o presidente da República segue ainda sem uma previsão de alta.

“O Hospital Vila Nova Star informa que o quadro de suboclusão intestinal do Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, se desfez, não havendo indicação cirúrgica. A evolução do paciente clínica e laboratorialmente segue satisfatória e será iniciada hoje uma dieta líquida. Ainda não há previsão de alta”, diz a Nota.

Bolsonaro está internado desde a segunda-feira (03), quando voltou a sentir uma obstrução intestinal, reflexo da tentativa de homicídio que foi alvo ainda na campanha eleitoral de 2018.

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PM DE TIMBIRAS

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