- Professor Gil
- Deixar Comentário
Neste momento, quatro nomes estão à Mesa, cada um com vantagens e desvantagens para ocupar a vaga de candidato a vice na chapa do pré-candidato a governador Orleans Brandão. Cada um por uma característica e por agregar em determinado aspecto ou nicho de eleitorado. São hoje os cotados Neto Evangelista (MDB), Iracema Vale (MDB), Duarte Júnior (Avante) e Josivaldo JP (União Brasil).
O nome de Neto Evangelista ganhou muita força nas últimas semanas por ser um nome muito conhecido pelo eleitorado de São Luís e tendo uma ótima receptividade do eleitor da capital, sem nada que desabone sua imagem ao longo de quatro mandatos de deputado estadual, tendo concorrido uma vez a prefeito e uma vice-prefeito da capital. A sua indicação inclusive causou todo o alvoroço pela tentativa de filiação ao Republicanos que acabou frustrada por desconfiança de outros pré-candidatos.
Duarte Júnior segue a mesma pegada. Identificado com o eleitor da capital, sendo o segundo colocado em duas eleições consecutivas para prefeito de São Luís, agregaria no principal colégio eleitoral. É um nome que também está no radar para caso a estratégia seja quebrar mais a votação do pré-candidato Eduardo Braide na capital.
Mas se a estratégia final do grupo governista for contrapor a questão do vice de Imperatriz, o nome mais forte hoje é do deputado federal Josivaldo JP. Seria um nome forte e muito mais conhecido em Imperatriz e região, contrapondo o perfil da vice de Braide (mulher branca, rica herdeira e privilegiada) com um homem negro (que cresceu e fez sucesso empresarial com esforço próprio). O deputado já foi inclusive sondado para a possibilidade e se mostrou animado com a possibilidade.
Outro nome que desde o nome passado sempre é lembrado para ocupar qualquer das quatro vagas da chapa majoritária é da presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale. Além da musculatura política que hoje detém a presidente, ela agrega em diversos nichos: mulher, do interior, bom relacionamento com a classe política de todos os níveis desde o vereador da menor cidade até o governador e soma em todas as regiões. Seria o nome mais espaçado e abrangente e não apenas de um nicho ou de uma região.
Ontem começaram a pipocar dentro do governo os nomes de Mariana Carvalho e Mical Damasceno. Mas com pouquíssimas chances de isso prosperar. Mariana é uma crítica ferrenha do governo e o próprio Josimar de Maranhãozinho, dono do PL no Maranhão, não troca vagas de deputado federal por vice. Prefere a segunda colocada nas últimas eleições para prefeitura de Imperatriz na disputa para Câmara dos Deputados. Mical também apesar de agregar com o eleitorado evangélico, já leva o seu eleitorado consolidado mais fiel para a candidatura de Orleans independente de estar na chapa. Ela também é mais importante para o projeto na Câmara dos Deputados.
No cenário de hoje, o vice seria um destes quatro personagens. E tudo ainda depende de qual será a estratégia definida e o nicho eleitoral a ser priorizado até as convenções.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
O cenário segue equilibrado na disputa pela Presidência do Brasil. Pelo menos é o que aponta mais uma pesquisa, dessa vez foi o DataFolha que divulgou números de novo levantamento, neste sábado (11).
O DataFolha fez alguns cenários de 2º Turno entre alguns candidatos contra o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar do crescimento do desempenho dos ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) o principal adversário do petista.
Flávio Bolsonaro teria 46% contra 45% de Lula. No confronto contra os ex-governadores de Goiás e Minas Gerais, Lula teria 45% contra 42%.
Vale destacar que no levantamento anterior, divulgado no mês passado, o petista aparecia com 46% contra 43% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Rejeição – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui 48% de rejeição dentre os eleitores brasileiros, enquanto o senador Flávio Bolsonaro aparece com 46%.
O Instituto Datafolha ouviu 2.004 eleitores, em 137 municípios pelo país, entre os dias 7 e 9 de abril. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-03770/2026. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
Em Timbiras, a cobrança por transparência na gestão pública ganhou novo capítulo. O presidente do sindicato dos professores, suspeito de uma efetivação duvidosa, tem exigido da prefeitura clareza na aplicação dos recursos destinados à educação. No entanto, a postura do dirigente sindical vem sendo questionada por parte da categoria, que aponta falta de transparência também dentro da própria associação dos professores.
Segundo relatos de docentes, informações sobre arrecadação, gastos e decisões internas do sindicato não são divulgadas de forma ampla, o que gera desconfiança entre os associados. Para especialistas em gestão pública e sindical, a credibilidade de quem cobra transparência depende diretamente da prática desse princípio em sua própria instituição.
A situação expõe um dilema: como exigir clareza da administração municipal se o sindicato não adota os mesmos padrões de abertura em sua gestão? O episódio reacende o debate sobre a importância da coerência e da responsabilidade institucional, tanto no setor público quanto nas entidades representativas.
O caso em Timbiras mostra que a transparência não deve ser apenas uma bandeira política, mas um compromisso prático e contínuo — condição essencial para fortalecer a confiança da sociedade e legitimar qualquer cobrança feita às autoridades.
O certo é que, o presidente do sindicato calado, ainda tá errado.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
O cenário político de Timbiras, no interior do Maranhão, ganha novos contornos com o apoio de lideranças da oposição ao pré-candidato ao governo do estado, Orleans Brandão. A decisão tem gerado perplexidade entre moradores, que questionam os motivos desse alinhamento político.
A principal dúvida levantada pela população é: por que apoiar o candidato do governo, se apenas o atual prefeito Paulo Vinícius concentra os cargos e benefícios estaduais, deixando a oposição sem espaço? Para muitos timbirenses, a insistência da oposição em se manter próxima ao grupo governista levanta suspeitas de que acordos ou benefícios possam estar sendo oferecidos nos bastidores.
Enquanto isso, os serviços públicos básicos continuam enfrentando dificuldades. Saúde, educação e infraestrutura seguem como principais pontos de reclamação da população, que se sente desassistida e vê a política local dominada por interesses externos.
A falta de transparência sobre os reais motivos do apoio da oposição a Orleans Brandão reforça o clima de desconfiança. Moradores cobram explicações claras das lideranças políticas e esperam que os interesses da cidade sejam colocados acima das articulações eleitorais.
O Blog do Professor Gil está fazendo um levantamento dos nomes das lideranças da oposição timbirense que estão levando alguma vantagem para apoiar Orleans Brandão e revelará na integra para o conhecimento da população timbirense.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
A pré-campanha ao Governo do Maranhão ganhou novos capítulos de tensão entre os opositores. Depois de repercutir um vídeo com indiretas ao pré-candidato do PSD, Eduardo Braide, o médico Lahesio Bonfim (Novo) voltou a atacar de forma mais direta.
Em publicação no Instagram, Bonfim divulgou uma peça em que uma criança compara as gestões de Braide, em São Luís, e a dele próprio, em São Pedro dos Crentes. Na legenda, o pré-candidato questionou: “Quem merece mais?”.
A estratégia evidencia o tom de confronto que vem marcando a disputa dentro da oposição. Enquanto Braide aposta na visibilidade da capital maranhense, Lahesio busca reforçar sua imagem de gestor eficiente em uma cidade pequena, tentando transformar essa narrativa em capital político.
O embate, no entanto, expõe a dificuldade de construção de uma frente unificada contra o grupo governista. Ao invés de somar forças, os opositores travam uma disputa interna que pode fragmentar votos e enfraquecer o bloco oposicionista na corrida eleitoral.
Esse tipo de movimentação costuma marcar fases iniciais de campanhas, quando os pré-candidatos ainda buscam consolidar espaço e diferenciar suas trajetórias.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
O Tribunal de Contas do Estado (TCE), em julgamento de Tomada de Contas Especial, condenou os ex-prefeitos de Arari Djalma de Melo Machado (2013-2016) e Rui Fernandes Ribeiro Filho (2017-2020) ao pagamento de débito de R$ 196.045,53 e multa de R$ 19.604,55. A condenação resulta de julgamento de Tomada de Contas Especial instaurada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (SINFRA) em razão da omissão no dever de prestar contas dos recursos recebidos por meio do Convênio nº 031/2015-SINFRA. O convênio tinha como objeto a execução de obras de pavimentação asfáltica no município de Arari.
A Tomada de Contas Especial é um procedimento realizado na esfera do controle da gestão pública quando identificados um dos seguintes aspectos: a omissão no dever de prestar contas; a não comprovação da aplicação dos recursos repassados pelo Estado ou Município; a ocorrência de indícios de desfalque ou desvio de dinheiros, bens ou valores públicos; a prática de qualquer ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico de que resulte dano ao erário.
A decisão da Corte de Contas maranhense foi unânime e tomada na Sessão Ordinária da quarta-feira, 08/04. Os gestores condenados têm prazo de quinze dias para os pagamentos determinados pelo TCE, a contar da publicação oficial do Acórdão. A decisão do TCE ao Ministério Público Estadual (MPE), para as providências que a instituição entender cabíveis.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
A decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão de cassar a chapa do Podemos deve provocar mudanças na composição da Câmara Municipal de São Luís. O julgamento, realizado na quinta-feira (9), atinge diretamente os mandatos conquistados por Fábio Macedo Filho, Raimundo Júnior e Wendell Martins.
As vagas deixadas pelo Podemos devem ser redistribuídas, a partir da votação obtida pela sigla e as regras eleitorais. Estão na expectativa os suplentes Matheus do Beiju, do Partido Liberal, Severino Sales, do Partido Social Democrático, e Josélia Rodrigues, do Democracia Cristã.
A cassação da chapa do Podemos foi motivada por ação que acusa fraude à cota de gênero pelo partido, entendimento mantido pela Justiça Eleitoral em segunda instância. Ainda cabe recurso ao TSE, mas este costuma referendar decisões do tipo.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
A decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) que cassou a chapa proporcional do Podemos em São Luís, por fraude à cota de gênero, levou o vereador Fábio Macedo Filho a se manifestar publicamente sobre o caso. Em nota divulgada após o julgamento, o parlamentar afirmou receber a decisão com serenidade e confiança na reversão do quadro nas instâncias superiores.
O TRE-MA decidiu, de forma unânime, pela cassação da chapa do partido nas eleições municipais de 2024, o que resultou na perda de mandato de três vereadores da legenda, incluindo Fábio Filho. A Corte entendeu que houve irregularidade na composição da chapa, com candidaturas femininas fictícias utilizadas apenas para cumprir a exigência legal mínima, o que caracteriza fraude eleitoral.
Na manifestação, o vereador destacou que ainda existem caminhos jurídicos a serem percorridos, especialmente junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, a decisão será contestada e há expectativa de que “a verdade será reafirmada” no decorrer do processo. O parlamentar também enfatizou a confiança na Justiça e afirmou enfrentar o momento com fé e tranquilidade.
Fábio Filho ressaltou ainda o apoio recebido de eleitores e aliados, afirmando que a confiança depositada em seu mandato permanece intacta. De acordo com ele, as manifestações de apoio fortalecem sua disposição para continuar atuando politicamente, mesmo diante da decisão desfavorável.
Por fim, o vereador afirmou que o episódio não representa o fim de sua trajetória política, classificando o momento como mais um capítulo de sua caminhada pública. Da decisão do TRE-MA ainda cabe recurso, o que mantém em aberto o desfecho definitivo do caso.
- Professor Gil
- Deixar Comentário
Um grande buraco aberto na Rua Nascente, no bairro Mutirão, em Timbiras, tem preocupado os moradores da região. A cratera, que vem aumentando com as chuvas, ameaça interromper completamente o acesso à rua, podendo isolar famílias e dificultar a passagem de veículos.
Segundo relatos de moradores, a situação já compromete a circulação de carros e motos, além de representar risco para pedestres. “Se continuar desse jeito, ninguém vai conseguir entrar ou sair. Estamos com medo de ficar isolados”, afirmou uma moradora que preferiu não se identificar.
A comunidade cobra uma ação urgente da Prefeitura de Timbiras, por meio da Secretaria de Obras, para evitar que o problema se agrave. Até o momento, não há previsão oficial de reparo.
O caso evidencia a necessidade de manutenção preventiva nas vias do município, especialmente em áreas mais vulneráveis às chuvas. Enquanto aguardam providências, os moradores seguem convivendo com a insegurança e o risco de isolamento.
11 de abril é Dia do Prefeito Municipal!




