Candidaturas femininas crescem, mas número de eleitas continua baixo

Agência Brasil

 

O número de mulheres que disputam vagas para a Câmara dos Deputados cresceu quase dez vezes entre 1998 e 2022, mas não houve avanço proporcional na ocupação de cadeiras no Legislativo. O total de candidatas à Câmara saltou de 358, em 1998, para 3.668, em 2022, um aumento de aproximadamente 925%. No mesmo período, o número de deputadas federais eleitas passou de 29 para 90, alta de 210%.

Os dados estão no Portal da Classe Política, lançado nesta terça-feira (16) pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Representação e Legitimidade Democrática (INCT-ReDem), da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Nas eleições de 2022, as mulheres conquistaram 17,5% das cadeiras da Câmara dos Deputados e 17,8% das vagas nas assembleias estaduais, os maiores percentuais da série histórica analisada, mas ainda abaixo de um quinto da representação parlamentar total.

Nas assembleias legislativas estaduais, o padrão é semelhante. Embora historicamente apresentassem maior participação feminina do que na Câmara dos Deputados, atualmente os dois níveis convergem para cerca de 18% de representação de mulheres. O percentual é distante tanto da paridade com os homens (50%) quanto do piso de 30% exigido para as candidaturas.

Segundo o estudo, parte do crescimento das candidaturas é explicada pela Lei das Cotas de Gênero (Lei 9.504/1997) e a Minirreforma Eleitoral (Lei nº 12.034/2009), que estabeleceu reserva mínima de 30% das candidaturas proporcionais para cada gênero. Segundo os pesquisadores, no entanto, a legislação não garantiu condições equivalentes de competição.

Desigualdade nos partidos

Para o cientista político Nilton Sainz, pesquisador da UFPR responsável pelo Portal da Classe Política, os principais motivos para as mulheres não ocuparem mais vagas no Legislativo têm relação com mecanismos de poder dos próprios partidos políticos.

“O primeiro deles é o controle partidário dos recursos. Há um acesso muito desigual no financiamento de campanha. As mulheres recebem menos recursos e costumam receber os valores mais em materiais de campanha, enquanto homens recebem mais em dinheiro. Também há uma exclusão sistemática das mulheres nos cargos de decisão dentro dos partidos e isso reflete em questões como visibilidade e tempo de televisão”, avalia o pesquisador.

“Outro problema é o número de candidaturas ‘laranjas’ femininas. Chamamos assim as candidaturas que não têm viabilidade de realmente disputar a vaga, mas são colocadas ali apenas para bater as cotas obrigatórias”, complementa.

Na avaliação dos pesquisadores, a baixa representação feminina também produz impactos sobre a agenda pública e reduz o debate sobre temas essenciais para as mulheres nos espaços de decisão.

“Vamos pegar o exemplo do combate à violência de gênero e ao feminicídio. Podemos citar outros temas como política de cuidados de saúde e criação de creches, que são questões prioritárias para as mulheres. Quando elas são excluídas dos espaços de poder, suas vozes são silenciadas, os impactos são diretos. Orçamento para essas agendas pode ser diminuído em relação a outras coisas que se tornam prioridades legislativas”, diz o pesquisador Nilton Sainz.

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Se o pré-candidato ao Governo do Estado, Orleans Brandão, precisa administrar o delicado equilíbrio entre as pretensões de Weverton Rocha, Roseana Sarney e Pedro Lucas Fernandes para a disputa ao Senado, agora é a vez de Eduardo Braide enfrentar um desafio semelhante — e talvez ainda mais complexo.

Líder nas pesquisas para o Governo do Maranhão, Braide passou a ser alvo da cobiça de praticamente todos os pré-candidatos ao Senado que enxergam em um eventual palanque ao seu lado o caminho mais curto para a vitória. O problema é que, até agora, o ex-prefeito mantém absoluto silêncio sobre quem pretende apoiar, alimentando expectativas e aumentando a disputa entre seus possíveis aliados.

Os primeiros a demonstrar interesse foram Hilton Gonçalo e Simplício Araújo. Hilton tem uma relação política antiga com Braide, iniciada ainda em 2016, e já foi alvo de elogios públicos do prefeito. Já Simplício foi um dos primeiros a defender abertamente a candidatura de Braide ao Governo, chegando a afirmar que ele poderá vencer a eleição com 70% dos votos.

Na sequência, Duarte Júnior também passou a deixar cada vez mais evidente o desejo de integrar o grupo político liderado pelo ex-prefeito.

Na semana passada, outro movimento embaralhou ainda mais o cenário. Lahesio Bonfim desistiu da pré-candidatura ao Governo e lançou seu nome ao Senado, numa tentativa de se aproximar de Braide. O gesto, no entanto, criou ruídos dentro do próprio partido, já que a decisão foi anunciada sem alinhamento com a direção da legenda nem com o também pré-candidato ao Senado, Roberto Rocha.

Agora, o mais novo integrante dessa fila é André Fufuca, que rompeu com o governo estadual ao devolver os cargos que seu grupo ocupava na administração e passou a mirar uma nova composição política.

O que antes parecia ser uma vantagem para Braide começa a se transformar em um problema. Quanto mais adia uma definição, maior é o desgaste entre os aliados e mais difícil será contemplar interesses tão distintos. A indefinição prolongada pode gerar frustrações, rompimentos e até fortalecer adversários.

Para quem lidera as pesquisas, administrar expectativas também faz parte da construção política. E, nesse aspecto, Eduardo Braide já começa a enfrentar seu primeiro grande teste antes mesmo do início oficial da campanha.

Vamos aguardar!.

Desta vez o ex-ministro dos esportes André Fufuca não fez nenhuma questão de esconder seu movimento. O prefeito mais ligado umbilicalmente ao pré-candidato ao Senado, da cidade onde o pai de Fufuquinha era o prefeito, anunciou apoio ao pré-candidato ao governo Eduardo Braide (PSD).

O prefeito da cidade de Alto Alegre do Pindaré, Didi do PP, divulgou cardápio com seus candidatos nas eleições deste ano. Com alusão à Copa do Mundo, exibiu seu “time” para as eleições com Fufuca ao lado de Braide.

O movimento surge em meio à grande especulação de que Fufuca quer levar a Federação União Progressista para o ex-prefeito de São Luís e ser candidato a senador na chapa de Braide.

A intenção de Fufuca continua, embora seja muito difícil, já que o deputado federal Pedro Lucas Fernandes quer permanecer com o governador Carlos Brandão. Caso Fufuca insistia, a chance maior é que o partido saia dividido como nas últimas eleições, sem coligar para governador.

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), anunciou nesta, por meio das redes sociais, a liberação dos pagamentos da terceira parcela dos precatórios do Fundef para professores aposentados e a antecipação do crédito destinado aos profissionais desligados da rede estadual de ensino.

Segundo o governador, os valores destinados aos primeiros já foram depositados nas contas dos beneficiários. Além disso, o pagamento dos profissionais desligados, que fazia parte do cronograma divulgado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), foi antecipado para esta terça-feira. Brandão informou ainda que os herdeiros dos beneficiários seguirão o calendário previamente estabelecido, com os pagamentos sendo iniciados a partir do dia 22 de junho, conforme a tramitação e análise de cada processo.

O anúncio complementa as informações divulgadas pela Seduc na última semana, quando a pasta confirmou o início do pagamento da terceira parcela dos precatórios do Fundef. Ao todo, mais de R$ 1 bilhão está sendo destinado aos beneficiários, entre profissionais ativos, aposentados, desligados e herdeiros, contemplando mais de 42 mil pessoas com direito aos recursos.

A Seduc também havia informado a atualização dos valores das cotas utilizadas para o cálculo dos repasses, além do depósito da terceira parcela do valor controverso do precatório. O pagamento integra o cronograma de execução dos recursos oriundos da complementação da União ao Fundef, destinada à valorização dos profissionais da educação que atuaram na rede estadual de ensino nos períodos contemplados pela ação judicial.

O PL do Maranhão, que no estado representa o grupo de Josimar de Maranhãozinho, fechou questão com relação ao senado. O grupo apoia Weverton Rocha (PDT) e André Fufuca (PP).

Em ato realizado neste final de semana, o partido referendou a aliança com Weverton e sacramentou que o segundo nome que irá apoiar para o Câmara Alta é do deputado federal André Fufuca, que agora ganha mais peso na disputa interna dentro da Federação União Progressista.

Agora, o grupo de Josimar está próximo de fechar a questão sobre a candidatura ao governo e mais próximo de Orleans Brandão. Uma vez que já está com os dois pré-candidatos de partidos do grupo governista.

Josimar faz jogo duro para fechar a questão. Mas dificilmente terá portas abertas com o pré-candidato Eduardo Braide (PSD) e não deve levar o partido de Flávio Bolsonaro para o pré-candidato do PT, Felipe Camarão, principalmente depois de sua condenação por Flávio Dino no STF.

Desta forma, o grupo de Josimar parece ter apenas duas opções: fechar com Orleans ou ficar neutro para o governo, tendo apenas candidatos nas outras disputas.

O ex-deputado estadual César Pires formalizou junto ao PSD, na última semana, seu pedido de inscrição para concorrer a uma das vagas ao Senado Federal na chapa majoritária que será liderada pelo partido nas eleições de outubro.

A informação é do jornalista Marco D’Eça.

Pires já vem sendo incluído em pesquisas de intenção de voto para o Senado desde o ano passado e agora busca consolidar seu nome na disputa.

Ao justificar sua pretensão, o ex-parlamentar argumenta que possui legitimidade para pleitear a vaga, destacando sua trajetória dentro do PSD e o fato de já aparecer em levantamentos eleitorais. Segundo ele, não há, neste momento, outros nomes do partido manifestando interesse formal pela candidatura ao Senado.

“Tenho legitimidade para pleitear a vaga, estou sendo avaliado nas pesquisas e não há outros nomes com interesse na disputa; ainda que o partido negocie uma das vagas, a outra pode, perfeitamente, ser ocupada pelos próprios pessedistas”, afirmou César Pires.

A definição, no entanto, caberá ao pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, que também preside o PSD no estado. Apesar das movimentações políticas em torno da formação da chapa para 2026, Braide tem mantido discrição sobre possíveis alianças e negociações, delegando grande parte das articulações ao deputado estadual Fernando Braide.

Nos bastidores, outros nomes interessados em compor a chapa ao Senado enfrentam obstáculos. O deputado federal Duarte Júnior (Avante) e o ex-candidato ao governo Lahésio Bonfim (Novo), por exemplo, não teriam estrutura partidária nem tempo de propaganda para agregar ao projeto do PSD. Já o deputado federal André Fufuca (PP) dispõe de estrutura e tempo de televisão, mas ainda não conseguiu viabilizar uma coligação formal envolvendo a federação União Progressista.

Nesse cenário, aliados de César Pires avaliam que sua candidatura reúne as condições políticas necessárias para ocupar uma das vagas ao Senado na chapa de Eduardo Braide. A expectativa agora é pela manifestação oficial do dirigente do PSD sobre o pedido apresentado pelo correligionário.

O cantor Bruninho do Arrocha, conhecido por sua voz marcante e pelas letras apaixonadas, realizou uma série de shows no estado de Goiás e conquistou um público expressivo. As apresentações reuniram milhares de fãs, confirmando a força do arrocha como um dos gêneros musicais mais populares do Brasil.Natural de Codó, no Maranhão, Bruninho destacou-se não apenas pelo talento musical, mas também pela representatividade cultural.

Ao levar o nome de sua cidade natal para outros estados, o artista reforça o orgulho das raízes maranhenses e mostra que a música regional pode alcançar projeção nacional.

A turnê em Goiás consolida a trajetória de Bruninho, que vem ampliando sua base de fãs e se firmando como um dos principais nomes do arrocha na atualidade.

Em Timbiras, a população já se prepara para uma noite de festa e música. O aguardado Show da Japa no Sítio Cajueiro, e contará com uma ação especial: as 100 primeiras pessoas que chegarem ao local terão entrada gratuita, graças a uma doação realizada pelo Elias da Construforte.

A iniciativa busca incentivar a participação popular e valorizar a cultura local, oferecendo oportunidade para que mais moradores possam prestigiar o evento sem custo. O gesto do amigo Elias da Construforte reforça a importância do apoio às manifestações culturais, que desempenham papel relevante na vida comunitária.

O Show da Japa promete atrair grande público e movimentar a cidade.

Parabéns ao amigo Elias da Construforte pela bela iniciativa.

O vereador Thacyo Cobel (PDT) marcou presença nos tradicionais arraiais realizados nos bairros de Timbiras, reforçando sua proximidade com a comunidade e valorizando a cultura popular. Durante as festividades juninas, o parlamentar foi recebido com entusiasmo pelos moradores, que destacaram a importância da presença de representantes políticos em eventos que fortalecem a identidade cultural da cidade.

Ao prestigiar os arraiais, Thacyo Cobel ressaltou o papel da cultura como instrumento de integração social e reafirmou seu compromisso em apoiar iniciativas que promovam lazer e tradição. Além de acompanhar as apresentações, o vereador conversou com moradores e lideranças comunitárias, ouvindo demandas locais.

O Vereador promete prestigiar mais arraiais durante as festas juninas no município.

Seleção Brasileira apenas empata com o Marrocos na estreia da Copa do Mundo

Vini Jr. marca o gol do Brasil contra os marroquinos na Copa do Mundo

A Seleção Brasileira iniciou sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 com um empate por 1 a 1 diante do Marrocos, neste sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Apesar de ter evitado a derrota, a atuação da equipe comandada por Carlo Ancelotti gerou preocupação para a sequência da competição.

Desde os primeiros minutos, o Marrocos demonstrou personalidade e assumiu o controle das ações. Com marcação intensa e maior organização em campo, os africanos aproveitaram os erros de passe da equipe brasileira para pressionar e criar dificuldades.

A superioridade marroquina foi recompensada aos 20 minutos do primeiro tempo. Após uma jogada iniciada por Brahim Diaz, o atacante Saibari apareceu livre na área e finalizou com categoria na saída do goleiro Alisson, abrindo o placar.

O gol aumentou a instabilidade do Brasil, que encontrava dificuldades para construir jogadas ofensivas. Sem conseguir impor seu ritmo coletivo, a Seleção dependia das individualidades para tentar reagir.

A resposta veio dos pés de Vinícius Júnior. Aos 31 minutos, o atacante recebeu pela esquerda, tabelou com Bruno Guimarães e finalizou com força para empatar a partida, sem chances para o goleiro Bono.

Na etapa final, Ancelotti promoveu mudanças na equipe em busca de maior equilíbrio, mas o desempenho brasileiro seguiu irregular. As melhores oportunidades surgiram em uma finalização de Igor Thiago, defendida por Bono, e em uma tentativa de Raphinha já na reta final do confronto.

Com o resultado, Brasil e Marrocos somam um ponto cada e dividem a liderança provisória do Grupo C. A Seleção Brasileira volta a campo na próxima sexta-feira, quando enfrentará o Haiti em busca da primeira vitória no Mundial. Fica a pergunta:

Ou a seleção de Marrocos que decepcionou em não ter vencido a fraca seleção brasileira?

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PM DE TIMBIRAS

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