Desincompatibilização se aproxima e Brandão e Braide não dão sinal de saída

Carlos Brandão (sem partido) e Eduardo Braide (PSD) têm 54 dias para decidir se deixam — ou não — a cadeira. Pela legislação eleitoral, esse é o prazo de desincompatibilização para quem pretende disputar cargos nas eleições deste ano. O limite é 4 de abril.

Para Brandão, a decisão passa por abrir mão do comando do Palácio dos Leões e antecipar o fim do mandato para concorrer ao Senado. No caso de Braide, o movimento exigiria deixar o Palácio de La Ravardière, interrompendo uma gestão ainda com mais de dois anos pela frente, para entrar na disputa pelo governo do Estado.

Até aqui, nenhum dos dois sinaliza disposição para isso. Brandão tem repetido, em público e nos bastidores, que não deixa a cadeira. Braide, por sua vez, evita qualquer manifestação sobre uma eventual candidatura ao Palácio dos Leões. Não trata do tema com aliados, não sinaliza nacionalmente e tampouco discute o assunto no núcleo mais próximo. A vice-prefeita Esmênia Miranda (PSD) já afirmou, nos bastidores, que nunca foi procurada pelo titular para conversar sobre o tema.

O prazo corre. E os sinais são claros.

Brandão indica que permanecerá no cargo e conduzirá pessoalmente o processo da própria sucessão. Braide, ao que tudo indica, seguirá onde está, consolidando-se como principal liderança de oposição ao Palácio dos Leões, com horizonte eleitoral em 2030 — possivelmente num cenário em que Orleans Brandão (MDB) esteja no tabuleiro.

Por ora, ninguém levanta da cadeira.

Vamos aguardar!.

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PM DE TIMBIRAS

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